Foram debatidos vários assuntos, como a importância da cooperativa para os cooperados, a reciclagem de artistas e vários outros. Para que isto continue é preciso que todos levem a sério e colabore para continuarmos desenvolvendo nossas metas.
À noite aconteceu um espetáculo com muitas atrações, concurso de rumbeiras e uma homenagem à alguns veteranos da arte circese como: Paradinha, Fura-Fura, Dona Zeza, Funhanha e Dona Rosária.
(post redigido pelos circenses na primeira aula da oficina de inclusão digital do Encontro)
Atualizado (dia 23)
Veja quem foi homenageado (da esquerda para a direita)
Rômulo Ferreira Barbalho (Fura-Fura): Bancário, músico que se encantou com um circo que passou na cidade, se tornou músico do circo. Para substituir um palhaço que estava doente, pintou a cara pela primeira vez. Fez tanto sucesso que se tornou palhaço oficial do circo, e desde então percebeu que a sua vocação era mesmo ser artista de circo.
Maria José Aurora Calado (Dona Zeza): Aos quatorze anos se apaixonou por um artista de circo, casou-se e se tornou artista de circo onde ela cantava e era atriz. Hoje é dona de circo.
Antonio dos Reis (Funhanha): Órfão de pai e mãe, aos dez anos foi criado por avó e tia. Por maus tratos, aos quatorze anos – e já em situação de risco - foi embora com o circo. Trabalhou em várias companhias até construir o próprio circo. Na falta de um palhaço teve a oportunidade de iniciar sua carreira e se tornar o grande palhaço “Funhanha”.
Maria Rosário de Assis (representada pela nora): Ao passar um circo pela sua cidade ela se apaixonou por um rapaz que á levou embora. Construiu carreira, tornou-se uma grande artista circense, construiu família e até hoje vive em circo.
Osmar Borges (Palhaço Paradinha): Já nasceu em circo, filho de família tradicional. Parou um tempo em uma cidade e quando percebeu que sua vida era mesmo o circo voltou, casou, teve filhos e netos. Mesmo depois de uma paralisia vocal não desistiu de ser palhaço.
Foto: Leana Mattei
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