TUDO SOBRE O ENCONTRO NOS JORNAIS, SITES, RÁDIOS E TVs.
O clipping eletrônico de Rádio e TV é uma parceria do Circo Picolino com a MidiaClip.
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22 – RADIO EDUCADORA – PROGRAMA MULTICULTURA
22 -TVE NOTÍCIAS – COBERTURA DA ABERTURA
22 – JORNAL TRIBUNA DA BAHIA
Artistas discutem desafios do circo moderno
Diversos artistas circenses de todo o estado estão reunidos em Salvador para discutir os problemas e desafios enfrentados pelo circo moderno. Eles participam do 3º Encontro de Artistas de Circo da Bahia, iniciado na tarde de ontem e que acontece até a próxima sexta-feira, na Escola Picolino de Artes do Circo, em Pituaçu. Questões de infra-estrutura, educação, relação trabalhista e relações internas serão os quatro pontos essenciais debatidos durante os cinco dias de evento. A idéia central é definir ações que possam melhorar a relação Circo e Estado.
De acordo com o coordenador da Escola e Associação Picolino de Artes do Circo, Anselmo Serrat, a intenção dos encontros é aproximar o estado das artes circenses e criar mecanismos que possam favorecer a criação de políticas públicas direcionadas ao circo. “O que queremos é que o estado reconheça o circo e valorize a arte circense do mesmo modo que valoriza e reconhece o teatro, a música e o cinema”, afirmou.
Quatro pontos são considerados essenciais para Serrat. O primeiro deles é a infra-estrutura. “O circo tem perdido muito espaço e é preciso área para que a lona possa ser montada, além disso o terreno precisa ser adequado, com luz, água e segurança. Em algumas cidades temos tido dificuldades nessa questão”, contou.
Os menores do circo também têm enfrentado dificuldades no que diz respeito à educação. “O problema é que em muitas cidades as escolas públicas não oferecem vagas para as nossas crianças e a legislação prevê vagas para filhos de artistas itinerantes”, considerou Serrat. Outra questão está relacionada aos Juizados de Menores. “Há também a questão do trabalho do menor dentro do circo, isso está na cultura do circo e acontece de modo muito natural, porém os juizados de algumas cidades têm tentado barrar isso. A questão é que conhecemos o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), mas o ECA não conhece a cultura do circo”.
Os outros dois pontos a serem discutidos durante o encontro são as relações trabalhistas e internas no circo. “Por ser uma tradição milenar, o circo se acostumou com a informalidade e hoje muitos artistas ainda são informais. Estamos tentando mudar isso. Outra questão também é a melhoria das relações entre os membros dos circos. Temos projetos de inclusão digital que visam facilitar essa questão”, completou.
Na sexta-feira, o evento será encerrado com a apresentação do espetáculo “Cenascotidianas@cirque.pic”. O início da apresentação está marcado para as 20h30.
21 – BANDNEWS - ENTREVISTA DE ANSELMO A PASTORIA E PATRÍCIA
21 – TVA ARATU - ARATU NOTÍCIAS PRIMEIRA EDIÇÃO – CHAMADA
21 – RÁDIO METRÓPOLE - PROGRAMA RODA BAIANA ENTREVISTA ANSELMO
21 – JORNA A TARDE - CADERNO 2
EDUARDA UZÊDA
euzeda@grupoatarde.com.br
Desinformação das leis trabalhistas e falta de escolas no estado para qualificação profissional são alguns dos muitos problemas que os artistas de circo enfrentam no dia-a-dia. Para discutir estes e outros assuntos que fazem parte da realidade nada romântica do cotidiano do picadeiro, cerca de 120 artistas circenses se reúnem no III Encontro de Artistas de Circo da Bahia, no Circo Picolino, na orla de Pituaçu, a partir de hoje.
Entre outras questões, o evento ainda vai discutir a preparação dos profissionais de circo para se adaptarem aos editais federais e estaduais. Debates com representantes da União de Prefeitos da Bahia (UPB), Coelba e Embasa, que vão abordar a infra-estrutura para os circos no interior, também estão agendados.Em paralelo às discussões, que acontecem durante o dia, o lado lúdico da arte circense também vai marcar presença. À noite, o público vai poder conferir uma mostra diária da produção baiana, com entrada franca, sempre às 20h30.O evento, uma realização da Associação Picolino de Artes de Circo e da Cooperativa de Artistas Circenses da Bahia, também estará promovendo concurso de rumbeiras e homenagens a antigos artistas. Dentre eles, os palhaços Funhanha e Fura-fura e dona Zeza, matriarca de uma família de circo.
PRÊMIO – O coordenador do Circo Picolino, Anselno Serrat, informa que o primeiro encontro de artistas circenses aconteceu em 1986, um ano após a fundação da Escola Picolino.“O segundo encontro aconteceu no ano passado, graças ao Prêmio Carequinha de Estímulo ao Circo, um edital da Funarte, reunindo cerca de 70 artistas baianos”.
Ainda de acordo com Serrat, “este ano, a previsão é de que centenas de profissionais se reunam sob a lona para discutir propostas para os problemas enfrentados”.No encontro, haverá também uma oficina de inclusão digital e, na sexta e no sábado, a apresentação do espetáculo cenascotidianas@ circ.pic, do Circo Picolino.
PROGRAMAÇÃO – A abertura acontece às 14 horas, seguida da discussão sobre a cooperativa e os circos. Foram convidados o secretário da Cultura, Marcio Meirelles, a Cooperativa de Circenses da Bahia, artistas circenses sem cooperativa, além do sindicato da categoria.Na noite de abertura do III Encontro de Artistas de Circo da Bahia, a mostra de circo acontece sob a lona do Picolino, em Pituaçu.Estão previstos 12 números selecionados, de técnica variadas, como equilibrismo, contorcionismo, arame, tecido, além de palhaços e rumbeiras.Comparecem os palhaços Furafura (Circo Barcelona) e Shampoo (Circo Show Brasil), assim como as rumbeiras Norma Sueli (Circo Jamaica) e Gisely (Circo Show Alegria).Número de rolamento será realizado por Ângelo Tangará (Circo Show Brasil). Já as artistas Carine Gomes (Cia. Picolino) e Karine Martins farão, respectivamente, apresentação em tecido e número de contorcionismo.
III ENCONTRO DE ARTISTAS DE CIRCO DA BAHIA | De hoje a sexta (pela manhã, debates; à noite, mostras circenses e espetáculos) | Circo Picolino (3363-4069) | Av. Octavio Mangabeira, s/n, Pituaçu | Entrada franca (até a lotação do espaço)
Palhaço, equilibrista e trapezista, Cleberson Macedo, que é integrante da Cooperativa de Circenses da Bahia, chama a atenção para a importância deste debate para os artistas.
“Existe uma lei federal que ampara a criança que trabalha e vive em circo, com um trabalho itinerante, mas muitas escolas não sabem desta lei e dificultam o aprendizado“, afirma Cleberson.
FALTA DE APOIO – O coordenador do Circo Picolino, Anselmo Serrat, também salienta que a falta de apoio das escolas faz com que muitas crianças e adolescentes deixem de estudar. Outro problema que será discutido é o próprio trabalho da criança no circo.
Participam do encontro, entre outros, os circos Art Alegria, Barcelona, Bismark, Líbano, Dallas, Circo da Mônica e Circo do Capão, além da Cia. Os Paspalhões. São famílias inteiras dedicadas ao circo, que se revezam no palco, nos bastidores, nas bilheterias e na venda de lanches no intervalo para manter a tradição centenária das trupes.
Os artistas que participam do encontro são de diversos municípios baianos, a exemplo de Irecê, Itabuna, Itacaré, Jacobina, Livramento, Nova Souré, Porto Sauípe, Entre Rios, Seabra, Souto Soraes e, é claro, Salvador, totalizando mais de cem inscritos.
AMANHÃ – A partir das 20h30, apresentam-se sob a lona do Picolino os palhaços Peninha (Circo Show), Economia (Cia. Os Paspalhões) e Nariz de Cogumelo, e haverá números de trapézio triplo, malabares, contorcionismo, tecido, laço e chicote.
A vida dos profissionais do picadeiro é destaque no espetáculo
Situação da criança artista será avaliada com cuidado
A criança e o adolescente no Circo será um dos temas de discussão doIII Encontro de Artistas da Bahia.O debate acontece na quarta-feira, das 9 às 12 horas, no Circo Picolino, em Pituaçu.
Palhaço, equilibrista e trapezista, Cleberson Macedo, que é integrante da Cooperativa de Circenses da Bahia, chama a atenção para a importância deste debate para os artistas.
“Existe uma lei federal que ampara a criança que trabalha e vive em circo, com um trabalho itinerante, mas muitas escolas não sabem desta lei e dificultam o aprendizado“, afirma Cleberson.
FALTA DE APOIO – O coordenador do Circo Picolino, Anselmo Serrat, também salienta que a falta de apoio das escolas faz com que muitas crianças e adolescentes deixem de estudar. Outro problema que será discutido é o próprio trabalho da criança no circo.
Participam do encontro, entre outros, os circos Art Alegria, Barcelona, Bismark, Líbano, Dallas, Circo da Mônica e Circo do Capão, além da Cia. Os Paspalhões. São famílias inteiras dedicadas ao circo, que se revezam no palco, nos bastidores, nas bilheterias e na venda de lanches no intervalo para manter a tradição centenária das trupes.
Os artistas que participam do encontro são de diversos municípios baianos, a exemplo de Irecê, Itabuna, Itacaré, Jacobina, Livramento, Nova Souré, Porto Sauípe, Entre Rios, Seabra, Souto Soraes e, é claro, Salvador, totalizando mais de cem inscritos.
AMANHÃ – A partir das 20h30, apresentam-se sob a lona do Picolino os palhaços Peninha (Circo Show), Economia (Cia. Os Paspalhões) e Nariz de Cogumelo, e haverá números de trapézio triplo, malabares, contorcionismo, tecido, laço e chicote.
A vida dos profissionais do picadeiro é destaque no espetáculo cenascotidianas@circ.pic, que alia circo, dança e teatro e está há cinco anos em cartaz
21 – TV BANDEIRANTES - PROGRAMA JOGO ABERTO
21- RADIO GLOBO
20 – CORREIO DA BAHIA – FOLHA DA BAHIA
Pano pra lona
Ao longo do dia, o picadeiro vira espaço para oficinas e mesa de debates, palestras e discussões, com a participação de órgãos públicos e privados. De noite, sempre às 20h30, acontece a Mostra Baiana de Circos, com uma previsão total de 48 espetáculos gratuitos (a programação ainda não está definida). O evento também promove um concurso de rumbeiras e homenagens a profissionais veteranos da área, alguns com mais de 50 anos de carreira e que até hoje trabalham em circos.
“A gente está numa expectativa muito grande. Todo o pessoal do interior está querendo participar e vamos ter que fazer uma curadoria porque não dá para todo mundo se apresentar”, afirma Anselmo Serrat, coordenador do evento e presidente da Cooperativa de Artistas Circenses da Bahia, que organiza o encontro junto com a Associação Picolino de Artes de Circo. Artistas de Feira de Santana, Itabuna, Una, Porto Seguro, Vitória de Conquista, Brumado, entre outras, estarão presentes em Salvador, assegura Serrat.
O encontro aconteceu pela primeira vez em 1986. O segundo só veio no ano passado. “A idéia é que ele se mantenha anual, fazendo parte do calendário da cidade e do turista. Estamos dando o start na criação de novos números, para que o circo mude para melhor”, avalia Serrat. Desde dezembro, ocorreram quatro eventos – em Salvador, Serrinha, Una e Seabra –, com seminários e discussões e que ajudaram a promover a terceira edição do evento.
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D(["mb","\u003c/p\u003e\n\n\u003cp\u003eAs palestras e discussões terão quatro temas: A cooperativa e o circo; O circo e a infra-estrutura; A criança e o adolescente no circo e O circo e o estado. Entre os convidados, membros das secretarias de Cultura, Segurança Pública e Educação, União de Prefeitos da Bahia (UPB), Juizado da Infância e da Juventude, Coelba e Embasa (parceiros do Picolino), entre outros.\u003c/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eHomenagens\u003c/strong\u003e - As rumbeiras, aquelas mulheres curvilíneas que acompanham o apresentador e satirizam a sensualidade das odaliscas, serão homenageadas com um concurso, que pretende um resgate da profissão. \u0026quot;A gente vai escolher a melhor da Bahia, ou do Brasil, já que hoje em dia só aqui no estado que existem rumbeiras\u0026quot;, acredita Serrat.\u003c/p\u003e\n\n\u003cp\u003eOs antigos artistas circenses também serão celebrados. Dona Zeza, matriarca de uma família de profissionais, e os palhaços Funhanha, 72 anos, e Fura-Fura, 80, são alguns deles. \u0026quot;Eles estão dentro de uma resistência, com mais de 50 anos de carreira. Alguns criaram família, têm filhos na faculdade e formados, mas não largaram o circo\u0026quot;, declara o organizador.\u003c/p\u003e\n\n\u003cp\u003ePara Serrat, os circos fora da região de Salvador mantêm aquela bela magia romântica. \u0026quot;Ainda é tudo itinerante, cerca de 15 dias em cada cidade. Tem aquela coisa legal do contato direto com o artista e, às vezes, chega aonde nem a tevê chega\u0026quot;, acredita.\u003c/p\u003e\n\n\u003cp\u003eCom o intuito de mostrar uma diferente visão de espetáculo circense para os artistas do interior, no último dia a Cia Picolino apresenta \u003ca href\u003d\"mailto:cenascotidianas@circ.pic\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\u003ecenascotidianas@circ.pic\u003c/a\u003e. \u0026quot;A gente vai mostrar uma outra dinâmica de montagem e apresentação. Lá, ainda existe aquela forma clássica apresentador/número e é interessante que eles aprendam algo diferente. Saber que podem arriscar\u0026quot;, afirma.\u003c/p\u003e\n\n\u003cp\u003e\u003cbr\u003e\u003cstrong\u003eProgramação\u003c/strong\u003e\u003c/p\u003e\n\u003cp\u003eAmanhã\u003cbr\u003e8h às 12h - Credenciamento\u003cbr\u003e14h - Abertura \u003cbr\u003e14h30 - Debate: A cooperativa e os circos ",1]
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As palestras e discussões terão quatro temas: A cooperativa e o circo; O circo e a infra-estrutura; A criança e o adolescente no circo e O circo e o estado. Entre os convidados, membros das secretarias de Cultura, Segurança Pública e Educação, União de Prefeitos da Bahia (UPB), Juizado da Infância e da Juventude, Coelba e Embasa (parceiros do Picolino), entre outros.
Homenagens – As rumbeiras, aquelas mulheres curvilíneas que acompanham o apresentador e satirizam a sensualidade das odaliscas, serão homenageadas com um concurso, que pretende um resgate da profissão. “A gente vai escolher a melhor da Bahia, ou do Brasil, já que hoje em dia só aqui no estado que existem rumbeiras”, acredita Serrat.
Os antigos artistas circenses também serão celebrados. Dona Zeza, matriarca de uma família de profissionais, e os palhaços Funhanha, 72 anos, e Fura-Fura, 80, são alguns deles. “Eles estão dentro de uma resistência, com mais de 50 anos de carreira. Alguns criaram família, têm filhos na faculdade e formados, mas não largaram o circo”, declara o organizador.
Para Serrat, os circos fora da região de Salvador mantêm aquela bela magia romântica. “Ainda é tudo itinerante, cerca de 15 dias em cada cidade. Tem aquela coisa legal do contato direto com o artista e, às vezes, chega aonde nem a tevê chega”, acredita.
Com o intuito de mostrar uma diferente visão de espetáculo circense para os artistas do interior, no último dia a Cia Picolino apresenta cenascotidianas@circ.pic. “A gente vai mostrar uma outra dinâmica de montagem e apresentação. Lá, ainda existe aquela forma clássica apresentador/número e é interessante que eles aprendam algo diferente. Saber que podem arriscar”, afirma.
Programação
8h às 12h – Credenciamento
14h - Abertura
14h30 – Debate: A cooperativa e os circos
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D(["mb","\u003cbr\u003e20h30 - Mostra Baiana de Circo - Homenagem a Circenses Tradicionais\u003cbr\u003e22h – Encerramento: Noite do Vinil\u003c/p\u003e\n\u003cp\u003eTerça-feira\u003cbr\u003e9h - Debate: O circo e a Infra-Estrutura\u003cbr\u003e14h30 - Oficina de Inclusão Digital; Intercâmbios de Artistas\u003cbr\u003e20h30 - Mostra Baiana de Circo\u003cbr\u003e22h - Encerramento: Circo Dá Samba!\u003c/p\u003e\n\u003cp\u003eQuarta-feira\u003cbr\u003e9h – Debate: A Criança e o Adolescente no Circo\u003cbr\u003e14h30 - Oficina de Inclusão Digital; Intercâmbio de Artistas; Entrega de Documentos a Órgãos Públicos e Privados \u003cbr\u003e20h30 - Mostra Baiana de Circo\u003cbr\u003e\n22h - Encerramento: Palco livre e Homenagem aos Anjos do Picadeiro\u003c/p\u003e\n\u003cp\u003eQuinta-feira\u003cbr\u003e9h – Debate: O Circo e o Estado \u003cbr\u003e14h30 - Oficina de Iclusão Digital; Intercâmbio de Artistas\u003cbr\u003e20h30 - Mostra Baiana de Circo\u003cbr\u003e22h - Encerramento: Noite dos contadores de causos\u003c/p\u003e\n\u003cp\u003eSexta-feira\u003cbr\u003e9h - Encerramento e avaliação\u003cbr\u003e14h30 - Apresentação dos Resultados da Oficina de Inclusão Digital\u003cbr\u003e20h30 - \u003ca href\u003d\"mailto:cenascotidianas@circ.pic\" target\u003d\"_blank\" onclick\u003d\"return top.js.OpenExtLink(window,event,this)\"\u003ecenascotidianas@circ.pic\u003c/a\u003e; Concurso de Rumbeiras\u003cbr\u003e\n22h - Encerramento: Ministereo Público\u003c/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003cbr\u003e\u003cstrong\u003e\u003cfont color\u003d\"#ff0000\" size\u003d\"4\"\u003eCinema para o povo de Conselheiro \u003cbr\u003e\u003c/font\u003e\u003c/strong\u003e\u003c/p\u003e\u003c/div\u003e\n\u003cdiv\u003e Sem sala de exibição, Canudos ganha festival em praça pública com produções nacionais\u003cbr\u003e \u003cbr\u003e Ana Cristina Pereira - Todos já esteve algumas vezes no cinema. Alguns de seus moradores até já deram depoimentos para os vários documentários que falaram sobre a saga de Antonio Conselheiro e seus desdobramentos. Mas ir ao cinema é um prazer que a maioria dos 14 mil habitantes da pequena cidade do sertão baiano nunca teve. Lá, como na maior parte dos municípios do interior brasileiro, não tem sala de projeção. \u003c/div\u003e\n\n\u003cp\u003ePor isso, a expectativa dos organizadores do I Cine Fest Brasil-Canudos, que acontece de quarta a domingo, é alta: \u0026quot;Queremos reunir todo mundo na praça, envolver a população. Estamos fazendo uma megaprodução\u0026quot;, afirma Adriana Dutra, uma das sócias do grupo Inffinito, responsável pelo evento que acontece de quarta a domingo. Com patrocínio do BNDES e orçamento girando na casa de R$1 milhão, o festival vai exibir cinco curtas e cinco longas da produção nacional recente.",1]
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22h – Encerramento: Noite do Vinil
Terça-feira
9h – Debate: O circo e a Infra-Estrutura
14h30 – Oficina de Inclusão Digital; Intercâmbios de Artistas
20h30 – Mostra Baiana de Circo
22h – Encerramento: Circo Dá Samba!
Quarta-feira
9h – Debate: A Criança e o Adolescente no Circo
14h30 – Oficina de Inclusão Digital; Intercâmbio de Artistas; Entrega de Documentos a Órgãos Públicos e Privados
20h30 – Mostra Baiana de Circo
22h – Encerramento: Palco livre e Homenagem aos Anjos do Picadeiro
Quinta-feira
9h – Debate: O Circo e o Estado
14h30 – Oficina de Iclusão Digital; Intercâmbio de Artistas
20h30 – Mostra Baiana de Circo
22h – Encerramento: Noite dos contadores de causos
Sexta-feira
9h – Encerramento e avaliação
14h30 – Apresentação dos Resultados da Oficina de Inclusão Digital
20h30 – cenascotidianas@circ.pic; Concurso de Rumbeiras
22h – Encerramento: Ministereo Público
17 – CORREIO DA BAHIA, – COLUNA GENTE
Rumba engajada
Neide Silva era rumbeira nos anos 1960 e a platéia vinha abaixo quando anunciavam “a Morena do Bolebole” e ela entrava rebolando no picadeiro do Circo Real Bahia. Era a glória como solista das famosas coreografias afro-cubanas, inspiradas na dança do galo. Agora é professora de contorcionismo e uma das juradas do concurso de rumbeiras que acontece de segunda a quinta no Terceiro Encontro de Circos da Bahia, na Escola de Circo Picolino, em Pituaçu.O organizador do encontro, Anselmo Serrat, presidente da Cooperativa de Circenses da Bahia, resgata a glória dos palhaços, anões, mágicos, equilibristas e trapezistas com toda a fantasia que tem direito, mas sem esquecer a produção realista. Como, por exemplo, ensinar o circo a participar de editais estaduais e federais para produção de espetáculo.
17 – SITE BALACOBAKO
17 – SITE BAHIA JÁ
11 – IBAHIA – DIA
11 – RÁDIO SOCIEDADE AM
10/04 RÁDIO EDUCADORA -
10/04 – A TARDE, COLUNA TEMPO PRESENTE
Todo mundo ia ao circo
Um concurso de rumbeiras está na programação do Terceiro Encontro de Circenses da Bahia, que se realiza em Salvador, sob a lona do Circo Picolino, de 21 a 25 de abril.
Na pauta uma novidade: edital para pequenos circos (há cerca de 100 no interior), que pela primeira vez vão levar um naco da verba da cultura do Estado.
